Projetos Sociais

PROGRAMAS E PROJETOS SOCIAIS

 

CARAVANA DA VISÃO CLÍNICA – REGIÃO METROPOLITANA DO RECIFE

Em 15 anos de existência, o projeto contemplou mais de 78.000 pacientes de comunidades de baixa renda da Região Metropolitana do Recife, oferecendo atendimento geral em oftalmologia;

Inicialmente, o atendimento era realizado no interior de um ônibus, onde foram montados três consultórios. Esse ônibus atendia todo o estado de Pernambuco, realizando rodízio de atendimento na RMR e interior. Em seguida, a FAV adquiriu uma van (2008) adaptada para o atendimento exclusivo a RMR;

Atendeu pacientes desde os 12 anos de idade, em consultório móvel oftalmológico.

Os atendimentos eram realizados de segunda a sexta-feira e, esporadicamente, aos sábados.

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CARAVANA DA VISÃO CLÍNICA – INTERIOR

Entre os anos de 2003 e 2018, o projeto beneficiou mais de 120.000 pacientes (a partir de 50 anos de idade) em cidades com pólos cirúrgicos contemplados pela Fundação Altino Ventura, prestando atendimento direcionado à identificação da catarata, com posterior agendamento e realização de cirurgia de facectomia;

Através da triagem, o paciente identificado com catarata era encaminhado para procedimento cirúrgico na Unidade Móvel de Cirurgia Ocular Inácio Cavalcanti;

Os atendimentos eram realizados de segunda à sexta-feira;

Inicialmente, o atendimento era realizado no interior de um ônibus, onde foram montados três consultórios. Esse ônibus atendia todo o estado de Pernambuco, realizando rodízio de atendimento na RMR e interior. Em seguida, a FAV adquiriu uma van (2007), adaptada para o atendimento exclusivo no interior;

 

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CARAVANA DA VISÃO CIRÚRGICA

Iniciado em 2003, o projeto beneficiou 33.797 pessoas até o ano de 2018, realizando cirurgia no interior da Unidade Móvel de Cirurgia Ocular Inácio Cavalcanti. Direcionado à cirurgia de catarata e, esporadicamente, à cirurgia de pterígio

A UMC foi uma doação da Fundação Rotária International. Desde a inauguração da UMC, a FAV já atendeu 40 polos cirúrgicos: Afogados da Ingazeira, Águas Belas, Araripina, Arcoverde, Belém de São Francisco, Belo Jardim, Bezerros, Bonito, Cabo de Santo Agostinho, Carpina, Caruaru, Condado, Cumaru, Cupira, Custódia, Dormentes, Escada, Flores, Floresta, Garanhuns, Gravatá, Ibimirim, Jaboatão dos Guararapes, João Alfredo, Lajedo, Limoeiro, Ouricuri, Palmares, Pesqueira, Petrolândia, Salgueiro, São Bento do Una, São José do Egito, Serra Talhada, Surubim, Tabira, Tamandaré, Triunfo, Vertentes e Vitória de Santo Antão.

Os atendimentos eram realizados de segunda à sexta-feira;

Com o término do procedimento cirúrgico, o paciente ainda é acompanhado pela equipe da FAV em duas ocasiões (revisão da cirurgia), sendo a primeira no dia seguinte ao procedimento e a segunda com, aproximadamente, 15 dias após a cirurgia.

 

 

Matéria do ônibus Cirurgico (12)

 


PROJETO ONESIGHT

A Fundação Altino Ventura, em parceria com a ONG americana OneSight, o grupo italiano Luxottica, o Governo do Estado de Pernambuco (Secretaria de Saúde, Secretaria de Educação e Lafepe) e as cidades parceiras na ação, realizam, anualmente, atendimento a alunos da rede pública de ensino, a partir dos 06 anos de idade.

O projeto foi criado em Pernambuco em 2009, sendo pioneiro no Brasil. Na ocasião, contemplou os municípios de Afogados da Ingazeira, Arcoverde, Custódia, Inajá, Jatobá, Pedra, Petrolância, Tacaratu e Venturosa. Foram atendidos pela equipe de Oftalmologistas da Fundação Altino Ventura, com apoio da equipe técnica e administrativa, 35.545 escolares e doados 2.000 óculos aos casos indicados através da Fundação One Sight.

O sucesso do projeto demonstrou a existência de uma demanda reprimida elevada, no que se refere ao acesso a serviço especializado, o que resultou na consolidação dessa ação anualmente, desde 2014, contemplando diferentes pólos que abrangem regiões carentes desse serviço.

Desde então, foram atendidos 04 polos distintos:

Caruaru (de 26 a 30/05/14): Foram atendidos 1.620 alunos da rede estadual de ensino, dos quais 1.166 apresentaram necessidade de óculos. O projeto foi realizado na UPAE Caruaru.

Arcoverde (de 01 a 06/06/15): Foram atendidos 1.923 alunos da rede estadual e municipal de ensino, das cidades de Arcoverde, Buique, Pedra e Venturosa. Desse total, 1.367 apresentaram necessidade de óculos. O projeto foi realizado no Esporte Clube de Arcoverde.

Salgueiro (de 17 a 26/10/16): Foram atendidos 3.793 alunos da rede estadual e municipal de ensino das cidades de Belém de São Francisco, Cedro, Mirandiba, Salgueiro, Serrita, Terra Nova e Verdejante. Desse total, 3.248 apresentaram necessidade de óculos. O projeto foi realizado no Clube Talismã.

Garanhuns (de 12 a 21/06/17): Foram atendidos 5.503 alunos da rede estadual e municipal de ensino das cidades de Águas Belas, Angelim, Bom Conselho, Brejão, Caetés, Calçados, Canhotinho, Capoeiras, Correntes, Garanhuns, Iatí, Itaíba, Jucatí, Jupí, Lagoa do Ouro, Lajedo, Palmerina, Paranatama, Saloá, São João e Terezinha. Desse total, 3.251 apresentaram necessidade de óculos. O projeto foi realizado no Clube AGA.

* No projeto são atendidos mais de 500 pacientes/dia. Os óculos são confeccionados pela ONG OneSight e também pelo Lafepe.

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PRINCIPAIS PROJETOS E PROGRAMAS REALIZADOS POR MEIO DO CER IV DA FAV – “MENINA DOS OLHOS”

PROGRAMA DA RETINOPATIA DA PREMATURIDADE (ROP)

Objetivos: Identificar e tratar recém-nascidos com risco de desenvolver retinopatia da prematuridade (ROP).

Público-alvo: Recém-nascidos prematuros nas maternidade do Hospital Barão de Lucena ou encaminhados por outros serviços públicos de Pernambuco.

Período: 2001 a 2020;

Apoio: Ministério da Saúde e Ong CBM.

Metodologia do programa: Realiza-se o rastreamento de recém-nascidos com risco de desenvolver ROP, uma das principais causas de cegueira na infância. Semanalmente, uma equipe de oftalmologistas da FAV, coordenada pelo Departamento de Retina, realiza exames oftalmológicos em recém-nascidos prematuros da maternidade pública do Hospital Barão de Lucena e de outros casos encaminhados à sede da FAV. A principal meta é identificar ROP precocemente, para intervenção adequada, a fim de garantir tratamento e acompanhamento contínuo às crianças para melhorar sua qualidade de vida. As crianças atendidas pelo programa são assistidas em ambulatórios especializados de retina e de oftalmologia pediátrica. Em casos específicos, realiza-se tratamento a laser, com medicações antiangiogênicas e/ou cirurgias vítreo retinianas. Crianças com deficiência visual e outras deficiências associadas à ROP recebem tratamento de reabilitação por meio da equipe multiprofissional do Centro Especializado em Reabilitação Menina dos Olhos – CER IV.


ROP EDITADA

 


PROGRAMA DE CATARATA CONGÊNITA

Objetivos: Identificar e tratar crianças que nasceram com catarata congênita ou desenvolveram a doença ao longo da infância.

Público-alvo: Crianças da população de baixa renda encaminhadas à FAV com suspeita ou diagnóstico de catarata pediátrica.

Período: 2001 a 2020.

Apoio: Ministério da Saúde, ONG CBM e Companhia Deseret Trust.

Metodologia do programa: Crianças com suspeita ou diagnóstico de deficiência visual por catarata pediátrica são examinadas por especialistas no Departamento de Oftalmologia Pediátrica da FAV. Casos com indicações cirúrgicas são operados por médicos da instituição utilizando condutas e protocolos padronizados. As crianças com deficiência visual e outras deficiências associadas à catarata pediátrica recebem tratamento de reabilitação com a equipe multiprofissional do CER-IV.


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PROGRAMA ALÉM DO OLHAR

Objetivos: Identificar e reabilitar/habilitar crianças com deficiência visual matriculadas em escolas da rede municipal de ensino do Recife.

Público-alvo: Crianças com deficiência visual da população de baixa renda, com idade entre 5 a 18 anos, matriculadas em escolas da rede municipal de ensino do Recife.

Período: 2011 a 2020.

Apoio: Secretaria de Saúde do Recife.

Metodologia do programa: Crianças com suspeita ou diagnóstico de deficiência visual são submetidas a exame oftalmológico por especialistas no Departamento de Baixa Visão da FAV. Realiza-se avaliação visual e global para detectar anomalias e disfunções visuais e/ou sistêmicas associadas. Define-se o plano terapêutico singular (PTS), estabelecendo um programa de reabilitação do paciente na própria comunidade. O trabalho é realizado por profissionais da equipe do CER IV. Este programa desenvolve ações de inclusão familiar, escolar e social da pessoa com deficiência. A FAV recebe apoio de parceiros, que fazem doações de auxílios ópticos e não-ópticos aos pacientes com baixa visão e cegueira. Além disso, a instituição capacita profissionais da saúde e educação para atuarem no suporte à pessoa com deficiência visual na escola e na comunidade.


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PROJETO SIGHTFIRST/LIONS: “CAMINHANDO COM AUTONOMIA, INDEPENDÊNCIA E DESENVOLVIMENTO”

Objetivos: Promover o acesso ao serviço especializado a pacientes com deficiência visual;
Parceiros regionais em 3 estados: Alagoas – Associação de Pais e Amigos de Excepcionais (APAE), Pernambuco – CER IV da FAV Menina dos Olhos e Sergipe – Hospital de Olhos de Sergipe (HOS);
Beneficiou, em Pernambuco, 13 municípios: Recife, Garanhuns, Escada, Agrestina, Belo Jardim, Paulista, Tamandaré, Igarassu, Olinda, Jaboatão, Camaragibe, Vitória de Santo Antão e Caruaru;
Período: 2015 a 2018;
Iniciativa: Distrito LA-3 do Lions do Brasil;
Apoio: Fundação Lions Internacional;
Coordenação geral: Fundação Altino Ventura.

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II PROJETO INTERNACIONAL DE BAIXA VISÃO (CBM/BMZ)

Objetivo: promover o acesso ao serviço especializado a pacientes com deficiência visual; melhorar a infraestrutura do serviço; capacitar oftalmologistas e terapeutas para atuarem na área de deficiência visual.

Parceiros regionais em oito estados do Norte/Nordeste:

Amapá – Universidade Federal de Macapá; Roraima – Oculistas Associados; Alagoas – Associação de Pais e Amigos de Excepcionais (APAE); Bahia – Obras Sociais Irmã Dulce; Ceará – Hospital Geral de Fortaleza; Paraíba – Fundação Centro Integrado de apoio ao Portador de Deficiência Visual (FUNAD); Pernambuco – CER IV da FAV Menina dos Olhos e Sergipe – Hospital de Olhos de Sergipe (HOS);

Apoio: Ministério da Saúde, CBM, Ministério do Desenvolvimento do governo Alemão, Fundação Lions Internacional.

Coordenação geral: Fundação Altino Ventura


 


PROGRAMA DE ATENÇÃO À SÍNDROME CONGÊNITA DO ZIKA VÍRUS 

Objetivos: Identificar e tratar crianças com a síndrome congênita do Zika vírus.

Público-alvo: Crianças da população de baixa renda com suspeita de síndrome congênita do Zika vírus.

Período: 2015 a 2020. Apoio: Governo do Estado de Pernambuco.

Metodologia do programa: Crianças com suspeita ou diagnóstico de síndrome congênita do Zika vírus são submetidas a exames por especialistas no Departamento de Oftalmologia Pediátrica da FAV. Realiza-se avaliação visual e global dessas crianças para detectar anomalias e disfunções visuais e/ou sistêmicas associadas e estabelece-se o plano terapêutico singular (PTS). Indica-se o programa de intervenção precoce de acordo com a disponibilidade no serviço, por meio de profissionais da equipe do Centro Especializado em Reabilitação Menina dos Olhos – CER IV, ou em outros serviços de reabilitação da rede de assistência.

Metas alcançadas: Desde o início das atividades em 2015, o programa já realizou exames especializados em 364 crianças no Departamento de Deficiência Visual e incluiu 169 crianças no Programa de Intervenção Precoce/Reabilitação Multiprofissional. Em 2020, o programa examinou e reabilitou 111 crianças.


 

PROJETO “DIAGNÓSTICO MULTIPROFISSIONAL DE CRIANÇAS COM SUSPEITA DA SÍNDROME CONGÊNITA DO ZIKA VÍRUS”

Objetivos: Promover, durante cinco anos, o diagnóstico precoce e acompanhamento de crianças com suspeita de infecção congênita pelo vírus Zika.

Público-alvo: Crianças da população de baixa renda com suspeita de síndrome congênita do Zika vírus que tenham sido atendidas em hospitais e universidades públicas do Recife.

Período: 2016 a 2020.

Parceiros: Fundação Altino Ventura, Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz / Pernambuco, Universidade Federal de Pernambuco – UFPE, Hospital Universitário Oswaldo Cruz, Hospital Agamenon Magalhães, Hospital Barão de Lucena.

Metodologia do programa: Crianças encaminhadas pelos serviços de referência, parceiros desta iniciativa, com suspeita ou diagnóstico de síndrome congênita do Zika vírus são submetidas a exames laboratoriais e clínicos, semanalmente, no Centro Especializado em Reabilitação Menina dos Olhos. São realizados exames nas seguintes áreas: enfermagem, fonoaudiologia, pediatria, infectologia, neurologia, otorrinolaringologia e oftalmologia.

Metas alcançadas: Desde o início das atividades em 2016, este programa já realizou exames especializados em 2.471 crianças

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PROGRAMA INTERDISCIPLINAR PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA

Objetivos: Diagnosticar e tratar crianças e adolescentes com o Transtorno do Espectro Autista – TEA. População alvo: Crianças e adolescentes da população de baixa renda com diagnóstico de TEA.

Período: 2013 a 2020.

Metodologia do programa: Crianças e adolescentes com TEA atendidos no CER IV são submetidos a consultas médicas (neurológica, oftalmológica, otorrinolaringológica e ortopédica) e terapêuticas. Realiza-se uma avaliação global do paciente, definindo-se o plano terapêutico singular (PTS). Em seguida, o paciente é incluido no programa de intervenção multidisciplinar com psicólogas, fonoaudiólogas, fisioterapeutas, terapeuta ocupacional, psicopedagoga e musicoterapeuta. Um protocolo específico para o TEA é adotado. O programa oferece ainda apoio psicossocial e empoderamento psicoeducativo às famílias/cuidadores.

 

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PROJETO SEMEAR

Objetivos: Acompanhar, por cinco anos, o neurodesenvolvimento de crianças com síndrome congênita do Zika vírus da e as repercussões nas famílias.

Público-alvo: Crianças da população de baixa renda com a síndrome congênita do Zika vírus e suas famílias/cuidadores.

Período: 2017 a 2022.

Coordenação técnico-científica: Fundação Altino Ventura e a Fundação Research Triangle Park – RTI.

Execução: Equipe multiprofissional do Centro Especializado em Reabilitação Menina dos Olhos – CER IV.

Financiamento: Governo Americano, Instituto Nacional de Saúde – NIH.

Metodologia do programa: Crianças com o diagnóstico de síndrome congênita do Zika vírus atendidas no CER IV são avaliadas periodicamente pela equipe multiprofissional da FAV com a supervisão de duas coordenadoras, sendo uma da FAV e a outra da RTI. A avaliação utiliza um protocolo científico aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Fundação. O programa avalia o neurodesenvolvimento das crianças por período de cinco anos. As crianças são avaliadas quanto ao sono, alimentação, comunicação, convulsões e função motora. O contexto e as dificuldades familiares e sociais também são levados em consideração para que seja oferecido apoio psicossocial e empoderamento às famílias/cuidadores. As atividades do programa incluem ainda o desenvolvimento de atividades sociais e de apoio/ incentivo para as crianças e cuidadores.

Metas alcançadas: Atualmente, o programa conta com a participação de 191 crianças e suas famílias/cuidadores.

 

 


 

KIT PEDAGÓGICO

Objetivos: Desenvolver, elaborar e doar kits pedagógicos para uso domiciliar com o intuito de estimular o desenvolvimento funcional das crianças com a síndrome congênita do Zika vírus (SCZV) ou outras deficiências.

Público-alvo: Crianças com SCZV ou outras deficiências da população de baixa renda.

Período: 2016 a 2020

Metodologia do programa: O projeto é desenvolvido com a participação dos voluntários e colaboradores da FAV, familiares/cuidadores das crianças com síndrome congênita do Zika vírus ou com outras deficiências. O kit pedagógico confeccionado por eles visa a estimular o desenvolvimento funcional das crianças em atividades básicas da vida diária. O material foi criado pela equipe terapêutica multidisciplinar do Centro Especializado em Reabilitação Menina dos Olhos utilizando materiais de baixo custo, recicláveis e de fácil manuseio pelas famílias e crianças. O kit completo contém 18 itens pedagógicos. Cada um deles possui uma utilidade funcional específica que estimula o desenvolvimento cognitivo das crianças com alterações no desenvolvimento, entre 3 e 6 anos de idade; utilizamos o método de ensino-aprendizagem. Várias etapas envolvem esta iniciativa: a criação e confecção dos itens do kit terapêutico, a doação às famílias das crianças, seu treinamento quanto ao uso de cada item e a aplicabilidade para estimular o desenvolvimento funcional das crianças. A meta estabelecida é confeccionar 200 kits pedagógicos para crianças com a SCZV, 40 kits pedagógicos para crianças com outras deficiências e dez kits pedagógicos para uso dos profissionais do CER IV nas sessões de reabilitação.

Metas alcançadas: Em 2020, foram confeccionados e entregues 61 kits terapêuticos.

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PROJETO MATRIZ DE COMUNICAÇÃO

Objetivos: Implementar estratégias de comunicação alternativas para crianças com deficiências que não verbalizam a comunicação.

Período: 2018 a 2019;

Parceria técnico-científica: Deborah Chen, professora emérita de educação especial na primeira infância da Universidade Estadual da Califórnia.

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PROJETO INTERDISCIPLINAR PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIAS NO SERTÃO DE PERNAMBUCO

Objetivos: Promover acesso a exames especializados (com oftalmologistas e terapeutas especialistas em deficiências visuais e/ou múltiplas), a pessoas com deficiências atendidas na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE), em Serra Talhada, no Sertão de Pernambuco;

Coordenação: Fundação Altino Ventura;

Período: 2018
Apoios e parcerias: Prefeitura Municipal de Serra Talhada, Secretaria de Saúde, Óticas Diniz;

Em 2018: 144 pacientes examinados, 72 óculos doados e 45 profissionais/pais capacitados.

 



PROJETO COSTURANDO SONHOS E ARTE VOLUNTÁRIA

Objetivo: elaborar produtos artesanais confeccionados por voluntários como ferramenta de geração de renda e apoio da sustentabilidade do CER IV.

Atividades: semanalmente, um grupo de voluntários do CER IV se reúne no serviço e utiliza materiais doados para confecção de produtos artesanais e terapêuticos. O material
recebido é vendido para fins de sustentabilidade das ações desenvolvidas no CER IV.

Período: 2016 a 2020.

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PROJETO MOBCARE

Objetivo: utilização de uma plataforma inteligente para monitorar a saúde das crianças com síndrome congênita do vírus Zika. Este programa utiliza uma plataforma inteligente – MobCare para coletar e armazenar dados clínicos, funcionais e diagnósticos oftalmológicos das crianças. Serve como ferramenta de ensino e empoderamento das mães/cuidadores das crianças para fortalecer o processo da reabilitação visual/global delas. Desenvolvido com parceiros da FAV, este aplicativo funciona como uma espécie de prontuário móvel para smartphones e interfaces web. As informações estão interligadas a um banco de dados e permitem o armazenamento e a recuperação, em tempo real, do histórico dos pacientes em tratamento no Centro Especializado em Reabilitação da FAV.

Período: 2016 -2020

Execução: Fundação Altino Ventura – FAV, em parceria com o Centro de Tecnologia Estratégicas do Nordeste (CETENE), Fundação de Amparo a Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco (FACEPE).

Crédito - Izabele Brito (6)

 



PROGRAMA DOR

Objetivo: promover ações para melhoria da saúde e do bem dos pais/cuidadores de pessoas com deficiências. Neste programa participam fisioterapeutas do CER IV que tratam pais ou cuidadores com pessoas com deficiências físicas, visando melhorar sua qualidade de vida.

Realizadas: sessões de cinesioterapia, eletro e fototerapia, além de orientação sobre posturas durante as atividades diárias com pessoas com deficiências.

Período: fevereiro a dezembro de 2019

Em 2019, um total de 10 pais/cuidadores foram beneficiados com este programa, semanalmente.

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PROGRAMA MÃES EMPODERADAS

Objetivo: educar e empoderar as famílias/cuidadores de pessoas com deficiências com relação ao cuidado dos pacientes crônicos e suas rotinas de atividades.

Atividades: reuniões quinzenais da equipe interdisciplinar do CER IV da FAV com as mães/cuidadores de pessoas com deficiências para promover sua educação e empoderamento para enfrentar os desafios do cotidiano.

Período: 2016 a 2020.
Em 2019, um total de 49 famílias/cuidadores de pessoas com
deficiências foram beneficiadas por este programa.

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PROGRAMA DE CONFECÇÃO DE ÓRTESES DE BAIXO CUSTO

Objetivos: construir e doar órteses de baixo custo com a finalidade de favorecer o funcionamento prático dos segmentos corporais de crianças com a síndrome congênita do vírus Zika. Esse programa é realizado com a supervisão de fisioterapeuta e terapeuta ocupacional e conta com o apoio dos voluntários dos projetos Costurando Sonhos e Arte Voluntária, eles confeccionam órteses de baixo custo para uso dos pacientes em reabilitação no CER IV.

Período: 2019 a 2020.

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PROGRAMA EQUOTERAPIA

Objetivo: oferecer terapia com abordagem interdisciplinar utilizando a equoterapia como método terapêutico e educacional para promoção do desenvolvimento biopsicossocial de crianças com a síndrome congênita do vírus da Zika. Este programa melhora o equilíbrio, o controle da nuca, do tronco, melhora a postura e a afetividade e sociabilidade de crianças com a síndrome congênita do vírus da Zika. Graças a um programa de parceiros da sociedade, as crianças são apadrinhadas financeiramente para a sustentabilidade do projeto.

Parceiros: FAV, RTI e Equoamar.

Período: abril de 2019 a 2020.

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PROGRAMA JUNTOS

Objetivo: capacitar famílias/cuidadores de crianças com síndrome congênita do vírus Zika para entenderem melhor as necessidades das crianças; torná-los atuantes na expansão do programa; alcançar mais famílias de crianças com alterações neurológicas na Bahia, em Pernambuco e Rio de Janeiro. O programa visa criar uma rede de apoio, melhorando os cuidados que as crianças recebem na comunidade; o intuito é estimular o potencial das crianças com a síndrome congênita do vírus Zika que apresentem alterações do neurodesenvolvimento.

Atividades: reuniões semanais com supervisão profissional de uma dupla de facilitadores, formada por um terapeuta de intervenção precoce e um dos pais de crianças com alterações do neurodesenvolvimento. Ambos atuam em parceria harmônica, criativa e acolhedora dos saberes. Os facilitadores conduzem as sessões, colaborando para que sejam atingidos os objetivos de cada atividade proposta. Em cada sessão é debatido um tema específico, havendo participação de dez famílias com crianças com a síndrome congênita do vírus Zika, representadas pelo pai/mãe/cuidador.

Execução: Fundação Altino Ventura – FAV, em parceria com a London School of Hygiene and Tropical Medicine (LSHTM), o Instituto Fernando Figueira -IFF/FioCruz-
RJ, a Universidade Federal da Bahia (Instituto de Saúde Coletiva – ISC), e o Departamento de Fonoaudiologia do Instituto de Ciências da Saúde da Universidade Federal da Bahia -ICS.

Período: julho a novembro de 2019.

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